A fé de Francisca

Queridos amigos de CUIABÁ,
neste sábado, as 17h no Sesc Arsenal, inaugura a exposição documental “A Fé de Francisca”, de Henrique Santian sobre vó Francisca, benzedeira de 104 anos da Chapada dos Guimarães 🙏

Um registro íntimo, cheio de afeto e sensibilidade sobre a força e missão raras desta entidade de puro Amor e serviço a humanidade. Tenho a honra de participar deste momento precioso com uma canção para a vó, composta em parceria com Paulo Monarco, a ser apresentada junto a outras homenagens de artistas da terrinha.

Vó Francisca é a presença de maior fé e pureza de coração que já senti. Uma vida centenária dedicada a cura e a caridade. É muita beleza e muito Amor. Um acontecimento emocionante, histórico. Venham

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Sons Diamantinos ˜ Agricultura Celestial

há 03 anos iniciávamos esta viagem mágica por sons e humanidades da Chapada Diamantina ❤

Sons Diamantinos ~ Agricultura Celestial from Jade Rainho on Vimeo.

Sons Diamantinos é um projeto itinerante de educação que realiza oficinas de sensibilização da escuta, criação e construção de instrumentos musicais a partir de materiais descartados, em cidades e comunidades da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

Novos livros de Canção da Liberdade

A nova edição de Canção da Liberdade ficou pronta neste fds e seguimos direto para a #FLIP2017 para compartilhá-la. Paraty pulsante em encontros e surpresas boas. Agradeço imensamente ao mano @lglopes por nos acolher em seu show na #CasadoPapel, foi muito especial recitar junto ao teu cancioneiro, sonho antigo realizado  e aos novos parceiros do @rizomalivros que seguem levando Canção da Liberdade para circular por SP. Os exemplares do livro também seguem comigo, quem quiser uma cópia só falar por aqui ou pedir em jaderainho@gmail.com 🌻🙌🏽📖

 

 

corredor poético no Estúdio Lâmina

Amigos em São Paulo,

Hoje tem La Garçonnière, 7a. edição no Estúdio Lâmina em homenagem ao poeta João Cabral de Melo Neto e comemoração de 05 anos de Re-Existência artística do Lâmina no Vale do Anhangabaú, coração central do caos em reinvenção nesta cidade veloz.

Estou participando com uma instalação no corredor do Lâmina, uma colagem de experimentos poéticos-visuais em tipografia e processo artesanal, criações coletivas junto a Biblioteca Comunitária Roberto Piva e o grupo Riveirão. Um estudo criativo que venho me dedicando nos últimos meses junto a pesquisa de materiais e técnicas para a publicação meu livro de poesias.

Vem ! ! !

leitura de Kahlil Gibran

“Para viver, é preciso coragem. Tanto a semente intacta, como aquela que está rompendo sua casca tem as mesmas propriedades. Entretanto, só a que está rompendo sua casca é capaz de lançar-se na aventura da vida.

Esta aventura requer uma ousadia única: descobrir que não se pode viver através da experiencia dos outros, e estar disposto a entregar-se. Não se pode pegar os olhos de um, os ouvidos de outro, para saber de antemão o que vai acontecer; cada existëncia é diferente da outra.

Seja o que for que me espera, eu desejo estar com o coração aberto para receber. Que eu não tenha medo de colocar o meu braço no ombro de alguém, até que ele seja cortado. Que eu não tema fazer algo que ninguém fez antes, até que seja ferido. Deixe-me ser tolo hoje, porque a tolice é tudo que eu tenho para dar esta manhã; eu posso ser repreendido por isso, mas não tem importância. Amanhã, quem sabe, eu serei menos tolo.

Quando duas pessoas se encontram, elas devem ser como dois lírios aquáticos que se abrem lado a lado, cada uma mostrando seu coração dourado, e refletindo o lado, as nuvens, e os céus. Não consigo entender porque um encontro sempre gera o oposto disto: corações fechados e medo de sofrimento.

Cada vez que eu estou com você, conversamos por quatro, seis horas seguidas. Se pretendemos passar juntos todo este tempo, é importante não
tentar esconder nada, e manter as pétalas bem abertas.”

Carta de Kahlil Gibran a Mary,
10 de setembro de 1920.